Antigo ipponmatsu –
A neve vestia,
branco
sábado, 12 de junho de 2010
A Sinfonia dos Relógios
Tic-Tac
Tic-Tac
O Relógio para
A vida acaba
Silêncio...
(...)
Eu continuo sempre tic-taqueando
Morrer nada mais é que viver
O Relógio silencia
Ela passou
Passou e o levou
Mas quem a levará?
Todos seremos levados
Hoje ou amanhã
Quando ela levar a todos
Por fim levará a si mesma
Acabará a abertura
A sinfonia será instrumental
Nossa parte terminará
Mas o mundo ainda tic-taquirá
Tic-Tac
O Relógio para
A vida acaba
Silêncio...
(...)
Eu continuo sempre tic-taqueando
Morrer nada mais é que viver
O Relógio silencia
Ela passou
Passou e o levou
Mas quem a levará?
Todos seremos levados
Hoje ou amanhã
Quando ela levar a todos
Por fim levará a si mesma
Acabará a abertura
A sinfonia será instrumental
Nossa parte terminará
Mas o mundo ainda tic-taquirá
Elucidada Confusão
Cavalo alado a granel
Sentado do lado do meu mel
Na minha manhã de café
A que dia!
Eu quero cafuné
Peixe rodado em promoção
Reclamava, pois queria ser tubarão
Na minha tarde num Pólo
A que dia!
Eu quero colo
Anjo maneta de velha tiragem
Xavecando a esposa do pajem
No meu deitar de queijo
A que dia!
Eu quero um beijo
Rapaz confuso em nova embalagem
Sabia que envelheceria na imagem
No meu dia não a vejo
Tristes dias...
Eu quero novamente seu gracejo
Sentado do lado do meu mel
Na minha manhã de café
A que dia!
Eu quero cafuné
Peixe rodado em promoção
Reclamava, pois queria ser tubarão
Na minha tarde num Pólo
A que dia!
Eu quero colo
Anjo maneta de velha tiragem
Xavecando a esposa do pajem
No meu deitar de queijo
A que dia!
Eu quero um beijo
Rapaz confuso em nova embalagem
Sabia que envelheceria na imagem
No meu dia não a vejo
Tristes dias...
Eu quero novamente seu gracejo
Mundo
Da morte nasceu a vida
O eterno ciclo se perpetua
Os vivos sempre sugando os mortos, como sanguessugas
Essa é a natureza das coisas.
Morrer para a vida
Viver para a morte
Esta é a natureza do mundo
Um mundo carniceiro
Se alimentando dos outros.
O eterno ciclo se perpetua
Os vivos sempre sugando os mortos, como sanguessugas
Essa é a natureza das coisas.
Morrer para a vida
Viver para a morte
Esta é a natureza do mundo
Um mundo carniceiro
Se alimentando dos outros.
Amigo e Professor
Chega tempo
Vai se tempo
Algo está próximo a começar
E também a passar
Tempo, ó grande tempo
Não se va tão depressa
Fique a me esperar
Pois o que me é precioso tu levas
Tempo, há algo que encontrei
E com essa descoberta me aqueço
Tão quente fico que tu pareces parado
Por favor, queda-te assim
Tempo, já não existirei mto
Mas lhe agradeço, querido amigo
Por toda paciência que tiveres
Fostes meu amigo e professor, obrigado
Tempo, agora me vou e tu ficas
...
...
...
Aquilo que começou já passou
Passou, porém ficou
Àquele que amou marcou
Quem passou restou
Vai se tempo
Algo está próximo a começar
E também a passar
Tempo, ó grande tempo
Não se va tão depressa
Fique a me esperar
Pois o que me é precioso tu levas
Tempo, há algo que encontrei
E com essa descoberta me aqueço
Tão quente fico que tu pareces parado
Por favor, queda-te assim
Tempo, já não existirei mto
Mas lhe agradeço, querido amigo
Por toda paciência que tiveres
Fostes meu amigo e professor, obrigado
Tempo, agora me vou e tu ficas
...
...
...
Aquilo que começou já passou
Passou, porém ficou
Àquele que amou marcou
Quem passou restou
O Véu
O Mundo é uma ilusão
Ilusão de formas
Ilusão de sentidos
O mais belo Véu
Viver não é nada mais que morrer
Vida...uma sucessão de mortes
Morte...uma cessação de vidas
Vida e morte, nada mais que ilusões
Vivemos na Sociedade do Acúmulo
Acúmulo de dinheiro
Acúmulo de poder
A Sociedade Velada
Amor, a mais cruel das ilusões
Um pacto com o diabo
Causa de prazer resultando em sofrimento
Mais um microcosmo destinado à morte
Bela Morte
Deusa onipotente e onipresente
Articuladora do Véu
Retira o Véu e Mostra-me tua verdadeira face, mas não tenha pressa
Ilusão de formas
Ilusão de sentidos
O mais belo Véu
Viver não é nada mais que morrer
Vida...uma sucessão de mortes
Morte...uma cessação de vidas
Vida e morte, nada mais que ilusões
Vivemos na Sociedade do Acúmulo
Acúmulo de dinheiro
Acúmulo de poder
A Sociedade Velada
Amor, a mais cruel das ilusões
Um pacto com o diabo
Causa de prazer resultando em sofrimento
Mais um microcosmo destinado à morte
Bela Morte
Deusa onipotente e onipresente
Articuladora do Véu
Retira o Véu e Mostra-me tua verdadeira face, mas não tenha pressa
Ser
Ele chora feliz acitàtse adroca alE
Sob o Rio Vermelho luzA oiR o boS
Tic caT
“Mãe”. .“iaP”
Ele brinca sorridente airès eviv alE
Sobre o Pântano Institucional railimaF aiòJ a boS
Tic caT
“Infância”. .“anilpicsiD”
Ele para seco etnemlanoicarri ir alE
Sobre o Vale do Crânio odirolF midraJ o erboS
Tic caT
“Vida”. .“oãxiaP”
Ele vive morto aviv errom alE
Sobre o Mundo Ridículo zaguF arreT a erboS
Tic caT
“Existência”. .“edadreV“
Ele sofre silencioso òs atroc alE
Sob o Mar Espumante adiV ad ogaL o boS
Tic caT
“Desespero”. .“otnacneseD”
artnocne a elE
Ela o vê
maxiacne es saçep sA
As cores retornam
etnemlanoicarri eviv elE
Ela vive sorridente
onelp errom elE
Ela morre amada
caT
Tic
omsem mU
Instante
Tic
“Mãe”.
Ele brinca sorridente
Sobre o Pântano Institucional
Tic
“Infância”.
Ele para seco
Sobre o Vale do Crânio
Tic
“Vida”.
Ele vive morto
Sobre o Mundo Ridículo
Tic
“Existência”.
Ele sofre silencioso
Sob o Mar Espumante
Tic
“Desespero”.
artnocne a elE
maxiacne es saçep sA
etnemlanoicarri eviv elE
onelp errom elE
caT
omsem mU
Um Sonho de Verão
Eu,
Ela
Mãos entrelaçadas
em Contemplação...
Grama Alta
Árvores
Vento
Sol
Harmonia
Alegria
Satisfação Plena...
O Momento Zero
O encaixe perfeito
A Epifania
O Quadro de minha vida
A cena escolhida
A aquarela de um pintor
A palavra de um escritor
O pensamento de um sonhador
O objetivo de uma vida
Ela e Eu
Juntos nesse momento eterno
Em Comunhão com a Natureza
Se libertar...Amar
Ela
Mãos entrelaçadas
em Contemplação...
Grama Alta
Árvores
Vento
Sol
Harmonia
Alegria
Satisfação Plena...
O Momento Zero
O encaixe perfeito
A Epifania
O Quadro de minha vida
A cena escolhida
A aquarela de um pintor
A palavra de um escritor
O pensamento de um sonhador
O objetivo de uma vida
Ela e Eu
Juntos nesse momento eterno
Em Comunhão com a Natureza
Se libertar...Amar
Amuralhados
Eu ando pelas ruas e vejo castelos
Não existem mais princesas
Não existem mais cavaleiros
Apenas sombras
Sombras essas que somos nós
Reflexos do que poderíamos ser
Habitantes fantasmagóricos de tão belas moradas
Moradas essas que somos nós
As Pessoas vivem amuralhadas
Vivem em um eterno estado de sítio
Alertas contra uma possível invasão desejada
Por restringirmos-nos não alcançamos nossa totalidade
Nossos muros são edificados sobre mágoas
Nos fechamos, pois tememos a dor
E lamentamos nossa covardia
Criando nossos próprios Muros da Lamentação
Ao andar pela rua eu ainda vejo esperança
As crianças não têm muros
Conforme crescemos é que os formamos
Podemos sabotar nossas próprias defesas?
Tentemos
Sigamos o exemplo alemão
Derrubemos o muro e voltemos a nos juntar
Deixemos de ser sombras e vivamos
Não existem mais princesas
Não existem mais cavaleiros
Apenas sombras
Sombras essas que somos nós
Reflexos do que poderíamos ser
Habitantes fantasmagóricos de tão belas moradas
Moradas essas que somos nós
As Pessoas vivem amuralhadas
Vivem em um eterno estado de sítio
Alertas contra uma possível invasão desejada
Por restringirmos-nos não alcançamos nossa totalidade
Nossos muros são edificados sobre mágoas
Nos fechamos, pois tememos a dor
E lamentamos nossa covardia
Criando nossos próprios Muros da Lamentação
Ao andar pela rua eu ainda vejo esperança
As crianças não têm muros
Conforme crescemos é que os formamos
Podemos sabotar nossas próprias defesas?
Tentemos
Sigamos o exemplo alemão
Derrubemos o muro e voltemos a nos juntar
Deixemos de ser sombras e vivamos
Os Asseclas
Protuberantes sombras descarnadas
Asseclas Naturais descarnados de alma
Ruminam as sobras dos vermes
Asseclas Pútridos descarnados de seus valores e forças
Os vigias do Obelisco Negro é o que são
Seus cadavéricos rostos arrastando-se pelas incubadoras
Profetas da desgraça e da desgarra
Roendo tudo que lhes vem às presas
Ovulando sobre os crânios rachados
Fomentando as decadentes mensagens do Obelisco Negro
Em busca da completa elisão mental
Sodomizando as antes puras mentes dos naturais espíritos
Secretando em alheios com suas presas entorpecentes
Obrigados a executar esta maldita tarefa
Racionalmente servindo à destruição do caos natural
Enraizando o Obelisco Negro nos antes elucidos campos
Sempre cegos pelas purulentas chagas da vontade
(escrito por Ein von Zu Viel)
Asseclas Naturais descarnados de alma
Ruminam as sobras dos vermes
Asseclas Pútridos descarnados de seus valores e forças
Os vigias do Obelisco Negro é o que são
Seus cadavéricos rostos arrastando-se pelas incubadoras
Profetas da desgraça e da desgarra
Roendo tudo que lhes vem às presas
Ovulando sobre os crânios rachados
Fomentando as decadentes mensagens do Obelisco Negro
Em busca da completa elisão mental
Sodomizando as antes puras mentes dos naturais espíritos
Secretando em alheios com suas presas entorpecentes
Obrigados a executar esta maldita tarefa
Racionalmente servindo à destruição do caos natural
Enraizando o Obelisco Negro nos antes elucidos campos
Sempre cegos pelas purulentas chagas da vontade
(escrito por Ein von Zu Viel)
Pretensioso Obelisco negro
Pretensioso Obelisco Negro
Avatar pútrido da corrupção e enganação
Rapsódia de urros e grunhidos
Alicerce da degradação da suscitação
Kamerad, urra a gutural voz do Obelisco Negro
Angariando espíritos decaídos e fundidos
Todos antes elucidos campos, agora...infestados de vermes
Impregnados por seres rastejantes alimentando-se do espírito
As vísceras esperançosas pelo chão circunscrito de decadência
Progressivo banquete da decadência do espírito
Urrash, roftsch, rac, warsh...
Pestilento festim caminha à união de verme e espírito...
O Obelisco Negro e seus Asseclas Naturais deleitam-se com essa imagem
(escrito por Ein von Zu Viel)
Avatar pútrido da corrupção e enganação
Rapsódia de urros e grunhidos
Alicerce da degradação da suscitação
Kamerad, urra a gutural voz do Obelisco Negro
Angariando espíritos decaídos e fundidos
Todos antes elucidos campos, agora...infestados de vermes
Impregnados por seres rastejantes alimentando-se do espírito
As vísceras esperançosas pelo chão circunscrito de decadência
Progressivo banquete da decadência do espírito
Urrash, roftsch, rac, warsh...
Pestilento festim caminha à união de verme e espírito...
O Obelisco Negro e seus Asseclas Naturais deleitam-se com essa imagem
(escrito por Ein von Zu Viel)
Natureza da Existência
Liberdade...um conceito tão adorado
As pessoas a procuram e a desejam
A tratam como se fosse a solução para seus problemas
Fazem tudo para consegui-la
A liberdade faz parte de uma natureza selvagem
Ela é uma luta por si mesmo
Nosso espírito é selvagem por natureza
Se permitido ele viverá pela “sobrevivência dos mais fortes”
O homem ao desejar liberdade deseja a batalha
A liberdade só se consegue através do conflito
A liberdade nunca é duradoura o que cria conflitos intermináveis
A liberdade é inimiga da paz
Egoísmo e violência...frutos da liberdade
Um espírito livre causará dano aos outros inevitavelmente
Os tempos onde o mundo era grande para nós já passaram
A convivência com outros é inevitável
“A sua liberdade acaba quando começa a dos outros”
Frase com significados repressores
Liberdade Absoluta é um sonho distante causador de mágoas
E mágoas dificilmente são cicatrizadas
O homem precisa da liberdade
A liberdade tem potencial para o mal
O homem precisa do mal...
O homem precisa do mal?
Mal...
Bom...
Bom...
Mal...
Neutro?
Neutralidade?
Um sonho...
Um sonho?
O homem precisa da liberdade
A liberdade causa dor
O homem precisa da dor...
O homem precisa da dor?
Dor...
Boa ou Má?
Maléfica ou Benéfica?
Ilusão ou Realidade?
Realidade...
O que é real?
O real é uma ilusão criada por nós?
A ilusão é fruto de uma realidade ilusória?
Existir...
Quando?
Como?
Por que?
Existir...
Nascer?
Viver?
Morrer?
Existir...
Existir?
Existimos?
Ilusão ou realidade?
Ilusão...
Manifestação real do irreal?
Manifestação irreal do real?
A ilusão é real?
O homem precisa da liberdade
A liberdade é ilusoriamente real
Inalcançável
Um conceito inabalavelmente mutável
O que seria do homem sem sua liberdade?
Um autômato inconscientemente consciente
Escravo do mesmo espírito que anseia pela liberdade
Liberdade tão perigosa e necessária
Liberdade Parcial
Ser livre conscientemente e humanitariamente
A Harmonia
Harmonia social, pessoal e transcendental
Harmonia
Ideal inalcançável?
Ideal aplicável?
Harmonia...
Mais uma razão pela qual lutar...
A natureza do homem luta para lutar
Um ciclo interminável de sofrimento
Interminável?
As pessoas a procuram e a desejam
A tratam como se fosse a solução para seus problemas
Fazem tudo para consegui-la
A liberdade faz parte de uma natureza selvagem
Ela é uma luta por si mesmo
Nosso espírito é selvagem por natureza
Se permitido ele viverá pela “sobrevivência dos mais fortes”
O homem ao desejar liberdade deseja a batalha
A liberdade só se consegue através do conflito
A liberdade nunca é duradoura o que cria conflitos intermináveis
A liberdade é inimiga da paz
Egoísmo e violência...frutos da liberdade
Um espírito livre causará dano aos outros inevitavelmente
Os tempos onde o mundo era grande para nós já passaram
A convivência com outros é inevitável
“A sua liberdade acaba quando começa a dos outros”
Frase com significados repressores
Liberdade Absoluta é um sonho distante causador de mágoas
E mágoas dificilmente são cicatrizadas
O homem precisa da liberdade
A liberdade tem potencial para o mal
O homem precisa do mal...
O homem precisa do mal?
Mal...
Bom...
Bom...
Mal...
Neutro?
Neutralidade?
Um sonho...
Um sonho?
O homem precisa da liberdade
A liberdade causa dor
O homem precisa da dor...
O homem precisa da dor?
Dor...
Boa ou Má?
Maléfica ou Benéfica?
Ilusão ou Realidade?
Realidade...
O que é real?
O real é uma ilusão criada por nós?
A ilusão é fruto de uma realidade ilusória?
Existir...
Quando?
Como?
Por que?
Existir...
Nascer?
Viver?
Morrer?
Existir...
Existir?
Existimos?
Ilusão ou realidade?
Ilusão...
Manifestação real do irreal?
Manifestação irreal do real?
A ilusão é real?
O homem precisa da liberdade
A liberdade é ilusoriamente real
Inalcançável
Um conceito inabalavelmente mutável
O que seria do homem sem sua liberdade?
Um autômato inconscientemente consciente
Escravo do mesmo espírito que anseia pela liberdade
Liberdade tão perigosa e necessária
Liberdade Parcial
Ser livre conscientemente e humanitariamente
A Harmonia
Harmonia social, pessoal e transcendental
Harmonia
Ideal inalcançável?
Ideal aplicável?
Harmonia...
Mais uma razão pela qual lutar...
A natureza do homem luta para lutar
Um ciclo interminável de sofrimento
Interminável?
Reflexos
Sou uma sombra
Uma sombra de alguém
Apenas um reflexo e uma sobra
No fundo do Lago de Ninguém
Fui esquecido e abandonado
Algo não procriado
Morto e assassinado
Ou simplesmente...nunca gerado
Vejo aquilo que não é visto
Mas também não sou visto
Transito pela Terra Escura
E pela Terra da Fartura
A Terra Escura é amarga
E também mais larga
Não existem cores
Nem odores
É a terra dos esquecidos
Todos que não foram criados
Sofrem com a rejeição
E não agüentam a solidão
A Terra da Fartura é saborosa
E muito amorosa
Cheia de cores
E odores
É a terra dos nascidos
Todos que foram criados
Que não sabem sobre o outro lado
E reclamam do Grande Dado
Sobre mim eu nada sei
E nada nunca serei
Informações eu procuro
Quando surge O Furo
A Dama Escura
Traz os vivos esquecidos
E então a parede fura
Mas os esquecidos já vêm enlouquecidos
São reflexos do que foram
Esquecidos pelos que amaram
Nem odiados nem adorados
Mas principalmente não lembrados
Depois de muito existir
Estava quase a desistir
Até que descobri
Como vim parar aqui
Um enlouquecido me contou
Sobre aquele que não me amou
E aquela que não me criou
Ela tentou, mas falhou
Antes d’eu ser criado
Ela caiu pelo Furo
E enlouqueceu por não ver meu futuro
Por isso nunca pude ser amado
Sou uma sombra
Uma sombra de alguém
Apenas um reflexo e uma sobra
No fundo do Lago de Ninguém
Uma sombra de alguém
Apenas um reflexo e uma sobra
No fundo do Lago de Ninguém
Fui esquecido e abandonado
Algo não procriado
Morto e assassinado
Ou simplesmente...nunca gerado
Vejo aquilo que não é visto
Mas também não sou visto
Transito pela Terra Escura
E pela Terra da Fartura
A Terra Escura é amarga
E também mais larga
Não existem cores
Nem odores
É a terra dos esquecidos
Todos que não foram criados
Sofrem com a rejeição
E não agüentam a solidão
A Terra da Fartura é saborosa
E muito amorosa
Cheia de cores
E odores
É a terra dos nascidos
Todos que foram criados
Que não sabem sobre o outro lado
E reclamam do Grande Dado
Sobre mim eu nada sei
E nada nunca serei
Informações eu procuro
Quando surge O Furo
A Dama Escura
Traz os vivos esquecidos
E então a parede fura
Mas os esquecidos já vêm enlouquecidos
São reflexos do que foram
Esquecidos pelos que amaram
Nem odiados nem adorados
Mas principalmente não lembrados
Depois de muito existir
Estava quase a desistir
Até que descobri
Como vim parar aqui
Um enlouquecido me contou
Sobre aquele que não me amou
E aquela que não me criou
Ela tentou, mas falhou
Antes d’eu ser criado
Ela caiu pelo Furo
E enlouqueceu por não ver meu futuro
Por isso nunca pude ser amado
Sou uma sombra
Uma sombra de alguém
Apenas um reflexo e uma sobra
No fundo do Lago de Ninguém
Palavras
A muito tempo uma mulher viajava
Uma mulher sábia chamada Danaras
E ela criou as palavras
As palavras com as quais brincava
Ela vivia na solidão
E sentia falta de alguém
Mas não havia mais ninguém
E então ela gritou por salvação
As palavras têm poder
Poder de destruição
E poder de criação
Foi então que ela pode ver
A Palavra com a Vontade
Força para a Maldade
Ou para a Bondade
Mas principalmente para a Liberdade
Palavras as quais soltou
E com as quais criou
Um mundo que a adorava
E que ela governava
Muitos a amavam
Muitos a temiam
Mas a solidão a acompanhava
E não a deixava
Para isso ela torturou
E brincou
Com a sua criação,
Impotente perante tanta destruição
Então ela parou
Para não perder o que criara
E aquilo que governara
Ela criou
A solidão retornou
E ela não podia agüentar
Danaras não conseguia a afugentar
E então ela a matou
De sua morte ele surgiu
Entrando em Danaras
E tudo que ele disse ela ouviu
E se passaram eras
Ele é O Inominável
Conhecido como Urizen
Ele é imutável
E ele sempre vem
Danaras envelhecia
Envelhecia e enlouquecia
O mundo se tornava ordem
Enquanto sua mente era desordem
Séculos se passavam
Até que Danaras escutou
A palavra que a libertou
Um garoto e uma garota se olhavam
E então ao mesmo tempo pronunciaram
Um para o outro
O Outro para um
“Eu te Amo”
Uma mulher sábia chamada Danaras
E ela criou as palavras
As palavras com as quais brincava
Ela vivia na solidão
E sentia falta de alguém
Mas não havia mais ninguém
E então ela gritou por salvação
As palavras têm poder
Poder de destruição
E poder de criação
Foi então que ela pode ver
A Palavra com a Vontade
Força para a Maldade
Ou para a Bondade
Mas principalmente para a Liberdade
Palavras as quais soltou
E com as quais criou
Um mundo que a adorava
E que ela governava
Muitos a amavam
Muitos a temiam
Mas a solidão a acompanhava
E não a deixava
Para isso ela torturou
E brincou
Com a sua criação,
Impotente perante tanta destruição
Então ela parou
Para não perder o que criara
E aquilo que governara
Ela criou
A solidão retornou
E ela não podia agüentar
Danaras não conseguia a afugentar
E então ela a matou
De sua morte ele surgiu
Entrando em Danaras
E tudo que ele disse ela ouviu
E se passaram eras
Ele é O Inominável
Conhecido como Urizen
Ele é imutável
E ele sempre vem
Danaras envelhecia
Envelhecia e enlouquecia
O mundo se tornava ordem
Enquanto sua mente era desordem
Séculos se passavam
Até que Danaras escutou
A palavra que a libertou
Um garoto e uma garota se olhavam
E então ao mesmo tempo pronunciaram
Um para o outro
O Outro para um
“Eu te Amo”
Natureza
As árvores falam
As águas cantam
Os ventos sussurram
O mundo convive
As árvores balançam
As águas dançam
Os ventos viajam
O mundo vive
As árvores estalam
As águas invadem
Os ventos destroem
O mundo se agita
As árvores respiram
As águas param
Os ventos acalmam
O mundo descansa
As árvores morrem
As águas morrem
Os ventos morrem
O mundo morre
Há muito para se comentar
Há muito para se festejar
Há muito para se confabular
O mundo convive
Há vida para se viver
Há felicidade para se alegrar
Há lugares para se visitar
O mundo vive
Existem tristezas
Existem injustiças
Existem perdas
O mundo se agita
A vontade se acalma
O corpo descansa
O espírito se tranqüiliza
O mundo descansa
A vontade desaparece
O corpo definha
O espírito para
O mundo não existe
Quando um amor é perdido
As águas cantam
Os ventos sussurram
O mundo convive
As árvores balançam
As águas dançam
Os ventos viajam
O mundo vive
As árvores estalam
As águas invadem
Os ventos destroem
O mundo se agita
As árvores respiram
As águas param
Os ventos acalmam
O mundo descansa
As árvores morrem
As águas morrem
Os ventos morrem
O mundo morre
Há muito para se comentar
Há muito para se festejar
Há muito para se confabular
O mundo convive
Há vida para se viver
Há felicidade para se alegrar
Há lugares para se visitar
O mundo vive
Existem tristezas
Existem injustiças
Existem perdas
O mundo se agita
A vontade se acalma
O corpo descansa
O espírito se tranqüiliza
O mundo descansa
A vontade desaparece
O corpo definha
O espírito para
O mundo não existe
Quando um amor é perdido
Winds
The Flags from Heaven
So strong were the Winds
They went down
So they were never to rise again
The Spirits from the Sky
So strong were the Winds
They vanished
So they were never to reunite again
The Will from Earth
So strong were the Winds
Was broken apart
So it was never to be recovered again
The Winds of Chaos
Came to unmake all
So there could be established a New Order
So the Old Order was never to rise again
Hundred Years of Chaos
To establish the New Order
A New Order of Terror and Tyranny
So the Old Order was never to rise again
The Lights of Hope
Came to remake all
So there could be reestablished the Old Order
So the New Order was never to rise again
The Will from Earth
So strong were the Lights
Was recovered
So it was never to be broken again
The Spirits from the Sky
So strong were the Lights
They were reunited
So they were never to be vanished again
The Flags from Heaven
So strong were the Lights
They rose again
So they were never to go down again
One Year of Hope
To reestablish the Old Order
The Old Order of Love and Union
So the New Order was never to rise again
So strong were the Winds
They went down
So they were never to rise again
The Spirits from the Sky
So strong were the Winds
They vanished
So they were never to reunite again
The Will from Earth
So strong were the Winds
Was broken apart
So it was never to be recovered again
The Winds of Chaos
Came to unmake all
So there could be established a New Order
So the Old Order was never to rise again
Hundred Years of Chaos
To establish the New Order
A New Order of Terror and Tyranny
So the Old Order was never to rise again
The Lights of Hope
Came to remake all
So there could be reestablished the Old Order
So the New Order was never to rise again
The Will from Earth
So strong were the Lights
Was recovered
So it was never to be broken again
The Spirits from the Sky
So strong were the Lights
They were reunited
So they were never to be vanished again
The Flags from Heaven
So strong were the Lights
They rose again
So they were never to go down again
One Year of Hope
To reestablish the Old Order
The Old Order of Love and Union
So the New Order was never to rise again
Um Uma
Um corpo
Um espírito
Um desejo
Um Um
Falta Ardor
Falta Paixão
Falta Bravura
Falta Uma
Dois viram um:
Um Uma
União
Uma Um
Dois viram um:
Falta Um
Falta Coragem
Falta Amor
Falta Calor
Uma Uma
Uma vontade
Uma alma
Uma matéria
Um espírito
Um desejo
Um Um
Falta Ardor
Falta Paixão
Falta Bravura
Falta Uma
Dois viram um:
Um Uma
União
Uma Um
Dois viram um:
Falta Um
Falta Coragem
Falta Amor
Falta Calor
Uma Uma
Uma vontade
Uma alma
Uma matéria
Negra Amargura
Mais uma noite de escuridão
Começa um novo tormento de solidão
Mais um dia em convivência
Com a maldita sobrevivência
Me puseram o calor e me forçam a comer,
Ato que não me deixa esquecer
Daquilo que uma vez já tive
E que no meu coração sempre mantive
Negro mundo vazio
O único ser que nele existiu
Agora já se esvaiu,
Sumiu...junto todas as cores...sumiu
Um vulto é o que sou
E ainda lembro o que me o tornou,
E foi em uma noite
Que começou este açoite
A voz de um rapaz
Não me deixa ter paz
A voz de um senhor
Somente aumenta minha dor
A voz de uma garota
Lembra-me àquela garota
A voz de uma senhora
Lembra-me que aqui ela já não mora
Negro dia...cheio de luminosidade
O dia da separação
Ela foi para a claridade
Eu me perdi na escuridão
Está na hora de me elevar
Pois preciso me preparar
Finalmente fraco, fraco para a morte
A fraqueza que me torna forte
Condenado a solidão
Solidão na vastidão
Na vastidão vejo um borrão
O borrão do lampião
Lampião da libertação
Libertação que leva a salvação
Salvação que é a solução
Solução da busca pela junção
Junção na ascensão
Ascensão do coração
Coração em união
União em que dois em um se tornarão
Começa um novo tormento de solidão
Mais um dia em convivência
Com a maldita sobrevivência
Me puseram o calor e me forçam a comer,
Ato que não me deixa esquecer
Daquilo que uma vez já tive
E que no meu coração sempre mantive
Negro mundo vazio
O único ser que nele existiu
Agora já se esvaiu,
Sumiu...junto todas as cores...sumiu
Um vulto é o que sou
E ainda lembro o que me o tornou,
E foi em uma noite
Que começou este açoite
A voz de um rapaz
Não me deixa ter paz
A voz de um senhor
Somente aumenta minha dor
A voz de uma garota
Lembra-me àquela garota
A voz de uma senhora
Lembra-me que aqui ela já não mora
Negro dia...cheio de luminosidade
O dia da separação
Ela foi para a claridade
Eu me perdi na escuridão
Está na hora de me elevar
Pois preciso me preparar
Finalmente fraco, fraco para a morte
A fraqueza que me torna forte
Condenado a solidão
Solidão na vastidão
Na vastidão vejo um borrão
O borrão do lampião
Lampião da libertação
Libertação que leva a salvação
Salvação que é a solução
Solução da busca pela junção
Junção na ascensão
Ascensão do coração
Coração em união
União em que dois em um se tornarão
Dama de Azul
Oh dama de azul, por quem esperas?
Quem será aquele que te faz esperar?
Aquele por quem desperdiça suspiros
Aquele que você tanto parece amar
Oh dama de azul, por que sofres?
O que será aquilo que te faz sofrer?
Sofres por um amor perdido?
Sofres por um amado desaparecido?
Oh dama de azul, não sofras
Não te conhecer é sofrer
Não te confortar é lamentar
Saber que não me ama me mata
Oh dama de azul, o que quer com o mar?
Por que choras sobre suas águas?
Eu vivo aqui, eu trabalho aqui...um pescador
Mas a senhorita...tão bela, o que queres aqui?
Oh dama de azul, por que?
Por que? Pelo que? Por quem?
Não posso mais agüentar
Sigo-te ao fundo do mar...
Quem será aquele que te faz esperar?
Aquele por quem desperdiça suspiros
Aquele que você tanto parece amar
Oh dama de azul, por que sofres?
O que será aquilo que te faz sofrer?
Sofres por um amor perdido?
Sofres por um amado desaparecido?
Oh dama de azul, não sofras
Não te conhecer é sofrer
Não te confortar é lamentar
Saber que não me ama me mata
Oh dama de azul, o que quer com o mar?
Por que choras sobre suas águas?
Eu vivo aqui, eu trabalho aqui...um pescador
Mas a senhorita...tão bela, o que queres aqui?
Oh dama de azul, por que?
Por que? Pelo que? Por quem?
Não posso mais agüentar
Sigo-te ao fundo do mar...
Um Homem
Moça distante, porém perto
Aquela que está na rua
Aquela que está na festa
Aquela que está na escola
Moça distante, porém perto
Tão bela quanto a Lua
Tão distante quanto as estrelas
Tão perto quanto meu coração
Moça distante, porém perto
Me falta o valor
Me falta a coragem
O que não me falta é amor
Moça distante, porém perto
As tradições de hoje em dia
As pessoas de hoje em dia
As vergonhas de outra vida
Moça distante, porém perto
Devo superar meus limites
Devo superar as distancias
Pois o amor supera tudo
Moça distante, porém perto
Vamos nos conhecer
Vamos nos aproximar
Vamos nos amar
Moça distante, porém perto
Aquela que está no meu trabalho
Aquela que está na minha casa
Aquela que está ao meu lado
Moça distante, porém perto
Vamos nos amar
Vamos nos casar
E nunca deixar de nos amar
Moça distante, porém perto
Viver...morrer
Nossa Vida é efêmera
Nosso Amor é eterno
Aquela que está na rua
Aquela que está na festa
Aquela que está na escola
Moça distante, porém perto
Tão bela quanto a Lua
Tão distante quanto as estrelas
Tão perto quanto meu coração
Moça distante, porém perto
Me falta o valor
Me falta a coragem
O que não me falta é amor
Moça distante, porém perto
As tradições de hoje em dia
As pessoas de hoje em dia
As vergonhas de outra vida
Moça distante, porém perto
Devo superar meus limites
Devo superar as distancias
Pois o amor supera tudo
Moça distante, porém perto
Vamos nos conhecer
Vamos nos aproximar
Vamos nos amar
Moça distante, porém perto
Aquela que está no meu trabalho
Aquela que está na minha casa
Aquela que está ao meu lado
Moça distante, porém perto
Vamos nos amar
Vamos nos casar
E nunca deixar de nos amar
Moça distante, porém perto
Viver...morrer
Nossa Vida é efêmera
Nosso Amor é eterno
A Criação
No principio tudo era escuridão
Um grande oceano de escuridão
E Neste oceano vivia um homem
Um homem com uma bela neném
O homem não era o pai da neném
Ele a havia encontrado nas águas
Flutuando por cima de brumas
Dela saia uma luz que lhe fez bem
A luz foi crescendo junto dela
Conforme a garota passeava
Ela iluminava e vida dava
A escuridão se tornava bela
E então ela cresceu e se esqueceu
O homem já envelheceu e morreu
Morreu em seu leito, amargurado
Em mente a neném que havia amado
A garota, depois de muito andar
Tanto iluminou que chegou a criar
Um mundo pelo qual se apaixonou
E então foi nele que ela o encontrou
Era um mundo muito grande e belo
Diferente daquela escuridão
Vários seres viviam em união
Lá o encontrou e precisava telo
Ao ver aquele jovem se lembrou
Daquele velho que ela abandonou
Foi então que ela haveria de voltar
Mas ao chegar ninguém iria encontrar
Por muito tempo a garota chorou
E então os rios e os mares ela criou
E o mundo apenas mais belo ficou
E então ela voltou e se apaixonou
A garota mulher se tornara
E o jovem homem já se tornara
Seu amor tornar-se-ia inigualável
Sua paixão seria inapaziguavel
Juntos eles dançaram, dançaram...
Por todo oceano de escuridão
E com tanta dança eles criaram
Um grande universo de vastidão
A mulher tão apaixonada estava
Que toda sua luz se espalhava
Criando formas tão, mas tão belas...
Que seriam chamadas de estrelas
Até o dia em que o homem a abandonou
E então a mulher chorou até que secou
Foi então que o deserto foi criado...
Nele ela havia se transformado
O homem por tantas terras vagou
Que sentiu falta da bela mulher
E foi então que por ela ele voltou
E ela ele não haveria de encontrar
E foi tanto que ele se atormentou
Que seu urro de dor o trovão criou
Porém a sua esperança ainda existia
E era isso, que a seu coração aquecia
Ele ainda continua a procurando
Viajando, mas nunca parando
Caminha pelo céu tormentoso
O arco-íris, seu vagar tortuoso
Um grande oceano de escuridão
E Neste oceano vivia um homem
Um homem com uma bela neném
O homem não era o pai da neném
Ele a havia encontrado nas águas
Flutuando por cima de brumas
Dela saia uma luz que lhe fez bem
A luz foi crescendo junto dela
Conforme a garota passeava
Ela iluminava e vida dava
A escuridão se tornava bela
E então ela cresceu e se esqueceu
O homem já envelheceu e morreu
Morreu em seu leito, amargurado
Em mente a neném que havia amado
A garota, depois de muito andar
Tanto iluminou que chegou a criar
Um mundo pelo qual se apaixonou
E então foi nele que ela o encontrou
Era um mundo muito grande e belo
Diferente daquela escuridão
Vários seres viviam em união
Lá o encontrou e precisava telo
Ao ver aquele jovem se lembrou
Daquele velho que ela abandonou
Foi então que ela haveria de voltar
Mas ao chegar ninguém iria encontrar
Por muito tempo a garota chorou
E então os rios e os mares ela criou
E o mundo apenas mais belo ficou
E então ela voltou e se apaixonou
A garota mulher se tornara
E o jovem homem já se tornara
Seu amor tornar-se-ia inigualável
Sua paixão seria inapaziguavel
Juntos eles dançaram, dançaram...
Por todo oceano de escuridão
E com tanta dança eles criaram
Um grande universo de vastidão
A mulher tão apaixonada estava
Que toda sua luz se espalhava
Criando formas tão, mas tão belas...
Que seriam chamadas de estrelas
Até o dia em que o homem a abandonou
E então a mulher chorou até que secou
Foi então que o deserto foi criado...
Nele ela havia se transformado
O homem por tantas terras vagou
Que sentiu falta da bela mulher
E foi então que por ela ele voltou
E ela ele não haveria de encontrar
E foi tanto que ele se atormentou
Que seu urro de dor o trovão criou
Porém a sua esperança ainda existia
E era isso, que a seu coração aquecia
Ele ainda continua a procurando
Viajando, mas nunca parando
Caminha pelo céu tormentoso
O arco-íris, seu vagar tortuoso
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